Posso muito bem estar enganado mas as coisas não giram em volta da religião (Propriamente dita, com hierarquias, políticas, dogmas, etc.). Não gira em torno de qualquer orientação política, não gira em torno que qualquer sistema de valores.
Tudo gira em torno da educação (Chamar-lhe Iluminação seria mais exacto mas mais sujeito a interpretações) e de como os Homens com educação arranjam formas de sintetizar e vender aquilo que lhes ensinaram, venderam, etc. receberão de uma epifanía. Aldrabam um pacote que possa ser facilmente distribuído, vendido, forçado a quem eles acham, ou querem achar, que não tive tanta sorte como eles.
Na minha perspectiva esses pacotes são quase todos igualmente bons, bonitos, práticos e inúteis.
O problema não está na ordem das ideias mas na ordem das acções. Como os Homens não vivem num ambiente controlado, são forçados a inventar e ,surpreendentemente ou não, inventam sempre algo, mesmo em condições que fariam qualquer computador de ponta crachar de modo imprevisível, irreparável, inconcebível.
É aí que bate o ponto. Na formação que as pessoas têm e lhes permite inventar coisas mais ou menos consistentes.
Mas a maior parte das pessoas não querem ouvir isto. Apelar ao bom senso nunca foi lá grande alternativa para quem vende uma cor política, uma forma de ver o mundo, um Deus. As pessoas não gostam da realidade. Gostam é de fórmulas mágicas, ídolos, mitologias. Tudo isto demasiado rude, fixo e inflexível para acompanhar o passo à realidade. Encarar o mundo como encaram o futebol, pelos olhos de um fanático, com a força de uma multidão. Como dizia o outro: "Não é por serem muitos que têm razão".
Friday, January 4, 2008
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